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Lei Est. AC 3.216/16 - Lei do Estado do Acre nº 3.216 de 29.12.2016

DOE-AC: 30.12.2016

Institui o Fundo de Equilíbrio Fiscal do Estado do Acre - FEFAC e condiciona a fruição de incentivos ou benefícios fiscais ou financeiros à efetivação de depósitos no referido fundo, nos termos do Convênio ICMS 42, de 3 de maio de 2016.


O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

FAÇO SABER que a Assembleia Legislativa do Estado do Acre decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituído o Fundo de Equilíbrio Fiscal do Estado do Acre - FEFAC, administrado pela Secretaria de Estado da Fazenda - SEFAZ, com objetivo de manter o equilíbrio das finanças públicas estaduais.

Parágrafo único. Relativamente ao fundo de que trata o caput deste artigo, decreto do Poder Executivo disporá sobre:

I - seu funcionamento, organização, fiscalização e controle; e

II - os critérios para destinação de seus recursos.

Art. 2º Constituem receitas do FEFAC:

I - depósitos correspondentes a dez por cento dos incentivos ou benefícios fiscais, financeiros-fiscais, financeiros e/ou regimes de apuração que resultem em redução do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS a ser pago, conforme disposto no art. 3º desta lei;

II - dotações orçamentárias;

III - rendimentos de aplicações financeiras de recursos do FEFAC, realizadas na forma da lei; e

IV - outras receitas que lhe venham a ser legalmente destinadas.

Art. 3º Conforme dispuser decreto do Poder Executivo, a fruição dos incentivos fiscais mencionados no §1º deste artigo fica condicionada a que os incentivados depositem no Fundo de que trata o art. 1º desta lei o valor equivalente a dez por cento do respectivo incentivo.

§ 1º. Submete-se ao disposto no caput os benefícios instituídos:

I - pela Lei nº 1.358, de 29 de dezembro de 2000;

II - pela Lei nº 2.445, de 8 de agosto de 2011;

III - pelo Decreto Estadual nº 15.085, de 18 de setembro de 2006.

§ 2º. A condição prevista no caput deste artigo aplica-se, inclusive, aos incentivos ou benefícios fiscais, financeiros-fiscais, financeiros e aos regimes de apuração que resultem em redução do valor do ICMS a ser pago, concedidos a partir da publicação desta lei, desde que expressamente indicada na respectiva norma concessiva.

§ 3º. O valor previsto no caput deste artigo deve ser calculado mensalmente e depositado no prazo previsto na legislação estadual.

§ 4º. O não pagamento do encargo de que trata o inciso I do art. 2º, na forma e prazo estabelecidos na legislação, implica perda definitiva do benefício no respectivo período de apuração.

§ 5º. O descumprimento do depósito por três meses, consecutivos ou não, resulta na perda definitiva dos respectivos incentivos ou benefícios fiscais, financeiros-fiscais, financeiros ou dos regimes de apuração, conforme o disposto no § 1º da Cláusula Primeira do ( continua ... )

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